Etnografia no Virtual

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Premio Comunidades Transnacionales

El Festival Internacional de Artes Electrónicas y Video Transitio_mxFundación Cultural México-Estados Unidos de América y Fundación BBVA Bancomerabren la convocatoria para el Premio Comunidades Transnacionales
El Premio Comunidades Transnacionales está dedicado a proyectos artísticos, culturales y sociales que utilicen de modo creativo las herramientas tecnológicas y conceptuales disponibles en red para ampliar los canales de comunicación e interacción comunitarias, dando lugar a espacios en línea en donde se comparten prácticas e historias. El objetivo de este premio es promover el acceso a los bienes culturales y a las tecnologías involucradas en su producción y distribución, animar la diversidad de expresiones y reconocer la participación ciudadana de las comunidades transnacionales que vinculan a México y los Estados Unidos de modo cotidiano y permanente
La convocatoria está abierta a individuos, grupos, asociaciones, organizaciones e instituciones de México y los Estados Unidos que desarrollen proyectos para los cuales el Internet es condición tanto suficiente como necesaria para ver, expresar y participar.
Se aceptarán propuestas que trabajen con video (video comunitario, documental, videoarte, videoclip, videocorreos, telenovelas, etc.), net.art, periodismo ciudadano, comunidades digitales, foros online, weblogs, social networks, videojuegos en red, proyectos del colaboración artística en línea, literatura electrónica, narrativa digital, radio comunitaria en línea, pod casts, entre otros.
Durante el Festival, el ganador recibirá un premio de $3,500 dólares americanos Para mayor información acerca de la convocatoria, por favor visite la página www.transitiomx.net/concurso
O contacte directamente a:
Mariana Delgado
Coordinadora de Comunicación y Asuntos Públicos
Fundación Cultural México-Estados Unidos, A.C.
Tel. (52 55) 55 35 67 35
E-mail mariana@contactocultural.org

Um mapa!

Se o MySpace fosse um país, de que tamanho ele seria? Onde ficam as Ilhas IRC? Não sabe? Pois então vale a pena visitar o blog de charges diárias que tem o impronunciável nome de xkcd.com.
veja mais aqui.

A Estrutura da Internet deve ser neutra

O que deve e o que não deve constar na eleição de palavras, idéias e expressões que podem ser registrados como nomes de domínio? Uma expressão proibida em certa cultura pode não ter o mesmo significado em outra. E quem determina o que e o que não pode ser registrado como nome de domínio? Especialmente quando estamos falando de nomes de domínio internacionais, que não estão ligados à infra-estrutura tecnológica e cultural de um certo país, essa escolha pode ser de crucial importância. Para alertar a comunidade em geral sobre os riscos trazidos por decisões arbitrárias na escolha das palavras e expressões que não podem ser registrados como nomes de domínio, foi lançada a coalizão “Keep the Core Neutral”.

A coalizão, iniciada pela organização norte-americana IP Justice, e apoiada pelo Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS), da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas/RJ, preparou uma petição sobre o assunto. A petição original, em inglês, pode ser lida, e posteriormente assinada, aqui. http://www.keep-the-core-neutral.org/petition/ Um tradução da petição para o português foi preparada pelo CTS. O inteiro teor da tradução você pode ler abaixo. Petição Global para os Membros da Diretoria da ICANN: “A Estrutura da Rede deve ser neutra”

Todos têm o direito de pesquisar, receber e transmitir informações e idéias sem interferência por qualquer meio, inclusive no ciberespaço. Com o surgimento dos novos domínios genéricos de primeiro nível e escolhas sobre como idéias podem ser expressas através dos mesmos são tomadas, nós requeremos à ICANN que mantenha a estrutura da rede neutra, livre das disputas não técnicas, e que sejam adotadas políticas que respeitem a liberdade de expressão e permitam a inovação no processo de criação de novos nomes de domínio. Encorajar a livre circulação da informação é um princípio basilar nas decisões de política pública relacionadas à informação e à tecnologia da comunicação. O direito à liberdade de expressão, fundamental numa Sociedade da Informação, estimula a participação democrática, amplia as possibilidades individuais e proporciona o desenvolvimento econômico.

O ciberespaço é um ambiente único e especial que concilia antigas divisões, no qual diversas comunidades interagem, e todas as visões são bem-vindas. Mas esse cenário apenas permanecerá se esses atributos forem levados em conta por quem determina as políticas públicas sobre a Governança da Internet e os incorpore nas políticas sobre como idéias podem ser expressas através de nomes de domínio. Nós requeremos que a ICANN atenha-se ao seu mandato técnico e se abstenha de embutir determinados padrões nacionais, regionais, morais ou religiosos nas regras globais sobre o uso de linguagens em nomes de domínio. Seria uma missão perigosa para a ICANN decidir entre políticas conflituosas e determinar padrões globais de expressão que são reforçadas através da sua atuação técnica. Por favor não deixem que a ICANN se torne uma ferramenta conveniente para a obtenção de um controle global por aqueles que almejam censurar expressões controversas ou não populares na Internet.

Requeremos que a ICANN resista a qualquer tentativa de restringir quais idéias podem ser expressas em qualquer nível de hierarquia da Internet. A estrutura técnica da Internet deve ser neutra e livre de quaisquer conflitos nacionais ou ideológicos, possibilitando que a liberdade e a inovação floresçam no ciberespaço. Assinado, Indíviduos ou grupos podem assinar no site da campanha. http://www.keep-the-core-neutral.org/petition

A petição foi publicada originalmente no Cultura livre.
http://www.culturalivre.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=175&Itemid=40/

Tradução realizada pelo Centro de Tecnologia e Sociedade Centro de Tecnologia e Sociedade – CTS – da Fundação Getúlio Vargas – Direito Rio.


recebi por e-mail da Rita Amaral

Timeline Internet

Race In/For Cyberspace: Identity Tourism and Racial Passing on the Internet

O texto aqui. Outro artigo, “Keeping it (Virtually) Real: The Discourse of Cyberspace as an Object of Knowledge”, nesta URL. E-mail da pesquisadora.

SELECTED PUBLICATIONS
Books:
Cybertypes: Race, Ethnicity, and Identity on the Internet. New York and London: Routledge, 2002.
Race In Cyberspace. [Edited, with Beth Kolko and Gilbert Rodman] New York and London: Routledge, 2000.

Book Chapters:
“Race” in The Internet and American Life, Ed. Phil Howard and Steve Jones, Thousand Oaks and London: Sage Press, forthcoming 2002.
“Remastering the Internet: the Work of Race in the Age of Mechanical Reproduction,” in Archaeology of Multi-media, Ed. Wendy Chun, New York: Routledge, forthcoming 2002.
“Race in the Construct, or the Construction of Race: New Media and Old Identities in The Matrix” in Domain Errors! A Cyberfeminist Handbook of Tactics, Eds. Michelle Wright, Maria Fernandez, and Faith Wilding, New York: Autonomedia Press, forthcoming 2002.
“After/Images of Identity: Gender, Technology, and Identity Politics” in Reload: Rethinking Woman + Culture, Eds. Austin Booth and Mary Flanagan, Cambridge: MIT Press, 2002.
“Race” in Unspun: Key Terms for the World Wide Web and Culture, Ed. Thomas Swiss, New York: New York University Press, 2001.
“Race In/For Cyberspace: Identity Tourism on the Internet” in The Cybercultures Reader, Ed. David Bell, New York and London: Routledge Press, 2000 and in CyberReader, 2nd edition, Ed. Victor Vitanza, New York: Allyn and Bacon,1999.
“‘Where Do You Want to Go Today?'” Cybernetic Tourism, the Internet, and Transnationality” in Race In Cyberspace. [Edited, with Beth Kolko and Gilbert Rodman] New York and London: Routledge, 1999.

Fontes…

CMA Bibliographies: Annotated Anthropology Bibliography

Talking Race and Cyberspace: Lisa Nakamura

Talking Race and Cyberspace:
Interview with Lisa Nakamura
By Geert Lovink
I met Internet scholar Lisa Nakamura at a conference in Oslo, late 2001, where she showed how techno-utopian dreams reproduced racist patterns. Her analysis was of a shocking normality because it, once again, proved how ‘the old’ got teleported into the new in such a friction-free manner.Nakamura’s material shows how the Internet, despite all its alternative claims, is part of dominant visual culture. “No one on the Internet knows you are a dog.” It is this flirt with fluid identities, so common in the roaring nineties, that distracted Internet advocates from futher investigations. That, of course, changed over the past years. A number of conferences were held and studies done, and Lisa Nakamura’s work stands out within this context.The following email interview was done after we both got involved in a debate about the merits of ‘Internet research’.Full Interview:Talking Race and Cyberspace